sábado, 22 de dezembro de 2007

Reflexão sobre o 5º Capítulo



Mais uma vez, neste capítulo, Papert alerta para a importância do relacionamento entre pais e filhos na abordagem às novas tecnologias, com o objectivo de constuírem uma "coesão familiar".
Concordo com o autor, acho que é essencial este companheirismo e quem diz com os pais, diz com os avós e outros familiares. Acho importante as gerações mais antigas perceberem que hoje em dia existem outras formas de aprender e também outras formas de ensinar e que o computador, que tantas vezes é considerado como um "desencaminhador", pode ser um grande aliado nestes processos. Acompanhar as crianças ensinado-lhes e aprendendo com elas, reflectindo e criticando em conjunto e sempre respeitando as diferenças, penso que seja a forma mais eficaz para que ambos tiram o melhor partido das tecnologias, neste caso o computador. Pois, irá proporcionar uma aprendizagem motivadora, entusiasta e cuidada, no sentido em que se a criança for acompanhada e possível evitar os malefícios por vezes associados à tecnologia.
Achei interessante um dos subtítulos "Trate os pais com gentileza", acho que este ponto também importante. Apesar de uma criança pode não ter essa noção, acho que no caso de um professor já não é bem assim. Tenho um bom exemplo disso, na cadeira de Seminário estamos numa instituição, no meu caso a Universidade Sénior do Seixal onde existem aulas de informática às quais fomos assistir.
Confesso que fiquei impressionada com a vontade e o entusiasmo daquelas pessoas em aprender a funcinar com um computador e também a "gentileza" com que o Professor lhes transmite os conhecimentos, tendo em conta a forma de aprendizem e os diferentes estilos.
A estes séniores o computador não mete medo, estão prontos para acompanhar os seus netos na descoberta das novas tecnologias!

Macroestrutura

Bem, a realização desta etapa não foi muito fácil, mas penso que foi bem sucedida.
Para adiantar já algum trabalho procuramos começar a elaborar a nossa macroestrutura em casa, mas o nosso "primeiro contacto" com o CMaps Tools não foi o melhor. Optamos então, por fazer uma macroestrutura em Word.
No meu caso, a dificuldade não residia apenas no manuseamento do programa mas também na propria elaboração da macroestrutura, não estava a perceber o que nos era pedido, mas após algumas explicações dadas pela Professora acabamos por fazer a nossa macroestrutura no CMap. Afinal, não é assim tão dificil de manusear e para além disso torna-se muito mais simples, pois é indicado para a representação e organização de esquemas.

Mais uma etapa terminada...mas muito ainda para fazer!

Mais uma etapa: Guião de autor

Na aula de 23 de Novembro elaboramos o nosso guião de autor, onde de uma forma sucinta permite ter uma ideia de toda a informação recolhida e os ponto mais importantes que teremos de ter em conta no nosso projecto on-line.
Começamos também, a falar sobre a macro-estrutura que irá ser elaborada na próxima aula, vamos utilizar um programa novo, o CMap Tools. Como não conheço este programa realizei uma pequena pesquisa onde encontrei este site sobre as noções básicas do funcionamento do CMap Tools e as suas funcionalidades. Deixo aqui o link porque vos pode ser útil.


http://penta2.ufrgs.br/edutools/tutcmaps/tutindicecmap.htm


segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

A nossa apresentação :)

De uma forma resumida e focando as principais potencialidades das nossas ferramentas, elaboramos uma pequena apresentação em powerpoint para dar a conhecer aos colegas o Hi5 e o MySpace.
Aqui fica a nossa apresentação, para se alguém necessitar de a consultar novamente.
Para colocar aqui a apresentação tivemos de utilizar uma ferramenta estudada por outro grupo o Slideshare, daí a importância da partilha das potencialidades das ferramentas.



Reflexão sobre o 4º Capítulo


Este capítulo, na minha opinião, toca num ponto essencial os Valores.
Logo no começo o autor coloca a questão "os valores devem ser ensinados pela escola ou pelos pais?" Acho que esta transmissão deve ser feita em simultâneo por ambos, começando no seio familiar com a transmissão dos primeiros valores passando pela escola. A existência de disciplinas ligadas a questões morais e socias talvez sejam um bom apoio à escola nessa sua tarefa de transmissão, no entanto é importante referir que não se descarta a importância da família.
Outra questão que achei relevante foi a forma com se faz a transmissão, tanto de valores como de conteúdos às crianças na escola. A maior parte de nós já nos deparamos com aquele Professor que apenas debita a matéria, porque tem de cumprir o programa que lhe mandaram, e não transmite nenhum gosto nem credibilidade no que está a dizer. Esta atitude acaba por se reflectir nas aprendizagens dos alunos e na sua motivação perante a disciplina, os conteúdos e não sei até que ponto não surgem assim as suas dificuldades. Já que referi a motivação, outro aspecto que considerei interesasante resume-se nesta frase "O escândalo da educação reside no facto de sempre que ensinamos algo estamos a privar a criança do prazer e do benefício da descoberta", nunca tinha pensado esta questão desta forma, acho que é pertinente pois considero que é importante deixar que a criança se desenvolva de uma forma autónoma, deixando uma pouco ao ser encargo a descoberta do mundo que a rodeia. Claro que tem de ser corrigida, com explicações lógicas, e acompanhada para que o seu desenvolvimento seja positivo. Quantas vezes não nos supreendemos com as respostas dadas pelos mais pequenos, geralmente muito simples e objectivas...nós é que complicamos.
Para terminar a minha reflexão achei importante referir os perigos na Internet, como já tinha referido em reflexões anteriores a Internet pode ter duas vertentes a positiva que permite, neste caso às crianças, o acesso ao mundo, ao conhecimento e à descoberta o que fomenta o seu "auto-desenvolvimento". Por outro lado, pode ser uma janela aberta para conhecimentos e conteúdos indesejáveis e até mesmo situações de perigo, daí a importância de um bom acompanhamento por parte da família e também da escola.

sábado, 8 de dezembro de 2007

A primeira Etapa já está! :)


Acabámos na sexta-feira (dia 9 de Novembro) a primeira etapa do nosso projecto. Agora como se costuma dizer é "pôr as mãos na massa", vamos procurar dar a conhecer e aplicar tudo aquilo que aprendemos sobre a vertente educativa das duas ferramentas. Ainda não temos uma ideia concreta, mas algo ha-se surgir.
Tivemos algumas dificuldades na elaboração deste relatório, ou melhor, no seu preenchimento. Por vezes, não percebiamos bem o que era pedido e mais que isso tinhamos a sensação que estavamos sempre a dizer a mesma coisa...enfim vamos ver como correu, afinal também estamos cá é para aprender.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Uma forma engraçada de apresentar o Myspace...



Tendo em conta que são miudos, apesar de dizerem algumas parvoices achei uma forma engraçada e original de apresentar a ferramenta social Myspace.

domingo, 4 de novembro de 2007

Hi5 Vs Myspace

Agora que estamos na recta final da elaboração do nosso relatório existem, na minha opinião, dois aspectos que deferienciam as ferramentas sobre as quais estamos a trabalhar o Hi5 e o Myspace. No caso do Hi5 acho que a principal função é a criação de comunidades e redes relacionais, que criam novos amigos, aproximam os velhos, reencontram familiares e grupos através de gostos e idedais comuns. O Myspace, no meu ponto de vista, é mais uma ferramenta de divulgação (por exemplo de bandas) onde há um insentivo à discussão e partilha de opiniões através dos foruns e chats.


Hi5 no segundo lugar do top de pesquisas da Internet (Jornal de Notícias)


http://jn.sapo.pt/2007/05/23/ultimas/Youtube_HI5_e_Gmail_no_top_das_.html

Uma vantagem das novas tecnologias...

Nesta aula a professora Guilhermina falou-nos sobre o ensino à distância - E-learning.
Apesar do conceito me ser familiar, não fazia ideia dos processos e estruturas que envolvem uma plataforma de e-learning, se assim se pode dizer. Percebi que este tipo de ensino é essencialmente centrado no aluno e que exige do professor uma grande planificação e uma organização, para assim permitir a automonia do estudante, a clarificação dos objectivos que devem ser atingidos pelos alunos, a avaliação das características dos estudantes e também informar, ajudar e dar feedback ao seu trabalho.
A professora comprou este tipo de ensino a uma "caixa de vidro", ou seja, todos podem ter acesso/consultar a informação que está na plataforma em contrapartida, as aulas presenciais seriam uma caixa negra onde a informação só está acessivel a quem nelas está presente. Achei estra comparação bastante interessante para perceber estas duas perspectivas de ensino.



Um exemplo de uma plataforma de e-learning

http://escolas.uevora.pt/cfalborvil/

Reflexão sobre o 3º Capítulo

Após a leitura do 3ºcapitulo retirei dois aspectos que considerei importantes e que podem ser consequência um do outro, que são a escolha do software e a criança como “máquinas de resposta”.
Tal como o autor, acho que hoje em dia quando procuramos um software educativo para dar a alguma criança muitas vezes somos invadidos e influenciados pelas campanhas da comunicação social deixando de parte a componente educativa e a boa aprendizagem que uma criança deve encontrar nesse software.
Com o trabalho do ano passado deu para construir uma ideia sobre todos os processos que estão por detrás de um software educativo, todos os aspectos que se deve ter em conta e a forma como são articulados, não bastas colocar apenas umas figuras animadas para divertir a criança.
Por vezes, uma escolha errada referente ao software pode tornar a criança numa “máquina de respostas” (nunca tinha pensado isto assim, mas faz sentido) que se limita apenas a responder e a esperar para ver se está certo ou errado, por vezes sem saber porquê. Deixando de parte estimulo à autonomia da criança, a capacidade de imaginação e também a sua criatividade.
De acordo com esta ordem de ideias, penso que faz sentido referir uma questão colocada por Papert “Será a criança a comandar a máquina, ou a maquina a comandar a criança?”

Andreia


segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Aula de 19 de Outubro

Na aula prática começamos a organizar a informação que obtivemos nas nossas pesquisas, numa tabela dada pela professora, sobre o myspace e o hi5. Acho que agora começo a perceber a vertente educativa que pode estar presente nestas ferramentas, se forem utilizadas correctamente. Podem promover a partilha, a comunicação, a divulgação de conhecimentos, de projectos, sendo ao mesmo tempo uma ferramenta alusiva e dinâmica. No caso do hi5 descobrimos uma função que achei bastante curiosa e que não fazia a mínima ideia de que o hi5 tem. Consiste num espaço onde as pessoas podem fazer parte de um grupo do hi5 e procurar trabalho nas diferentes áreas que são especificadas.
No entanto numa primeira abordagem o myspace parece-me ser mais “completo” no sentido em que permite uma maior interacção social a nível internacional num vasto conjunto de áreas, como por exemplo fóruns, vídeos, blogs, música, e uma pagina de classificados, algumas ferramentas que no hi5 não existem.

sábado, 20 de outubro de 2007

Aulas de 9 e 12 de Outubro

Nesta aula teórica pude compreender melhor o efeito que as novas tecnologias tem no ensino, segundo três perspectivas diferentes.
De acordo com a primeira a perspectiva, a perspectiva optimista acredita-se que com a aplicação das novas tecnologias se pode modificar o ensino actual. Segundo a perspectiva pessimista, acredita-se que as novas tecnologias não influenciam em nada o desenvolvimento e a modificação do ensino actual. Por fim na última perspectiva, a perspectiva realista, que foi acrescentada pela Professora Guilhermina, acredita-se que as novas tecnologias podem ter alguma influência sobre o ensino, no entanto devido ás limitações que existem ao nível das instituições, professores e até dos próprios alunos por vezes essa influência não é muito significativa.
Na aula abordamos também da aprendizagem significativa e as suas características:
Comulativa;
Construtiva;
Auto-regulada;
Orientada para objectivos;
Transferível;
Contextualizada;
Colaborativa.

Na aula prática iniciamos uma pesquisa mais aprofundada sobre as duas ferramentas que vamos trabalhar o myspace e o hi5.

Inicialmente deparamo-nos com algumas dificuldades em encontrar informação que se referi-se à vertente educativa destas ferramentas, até porque nós próprias não fazíamos ideia que fins educativos podem ter estas duas ferramentas. No entanto, com a ajuda da professora, que nos indicou algumas formas de pesquisa, podemos encontrar bastante informação para o nosso projecto.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Reflexão sobre o 2º Capítulo





Após a leitura deste segundo capítulo, considero importante começar por referir as duas perspectivas apresentadas inicialmente pelo autor os Ciberutópicos e os Cibercríticos, onde uns elogiam os milagres digitais, outros consideram-nos como perigos terríveis, respectivamente. Talvez a posição mais correcta, se assim se pode dizer, seja um meio-termo entre estas duas perspectivas. Como se refere no primeiro capítulo relativamente ás diferentes facetas do computador.
No entanto o autor deixa um pouco para trás a ideia de saber como é que os computadores podem mudar/transformar a sociedade, focando-se na aprendizagem como o problema de mais importância que a sociedade tem para enfrentar. Para mim esta ideia faz todo o sentido, pois acho que não é apenas o facto das pessoas saberem manusear um computador que as leva à resolução de problemas. É essencial que as pessoas desenvolvam uma outra forma melhor de aprender, pensar e aplicar com o apoio da utilização do computador. Um exemplo que ilustra essa ideia está referido no texto, existem e são fabricados milhões de automóveis e só mais tarde é que nos preocupamos em tentar remediar todos os prejuízos que estes provocam ao nível ambiental. O caso dos telemóveis que tem imensas funcionalidades e nos permitem estar sempre contactáveis mas por outro lado há investigações que dizem que as ondas que emitem podem provocar danos cerebrais, e cada vez mais se vê crianças de 8/9 anos com telemóvel. Serão as tecnologias digitais benéficas para a nossa vida? Penso que a resposta a esta questão está na seguinte citação: “A minha mensagem é de que depende de si, muito mais do que aquilo que aquilo que poderá pensar, o delinear do seu futuro e dos seus filhos, no que diz respeito ao computador” (Papert, 1997).
Voltando à questão da aprendizagem, Papert refere três aprendizagens que considero engraçadas nos seus conteúdos e interessantes pela forma como reflectem cumplicidade que existe entre as crianças e o computador não só ao nível da sua utilização mas também na forma como o manuseiam para obterem as informação que desejam de uma forma “despachada” e sem qualquer embaraço. Por vezes, o facto de não sermos tão pertinentes a talvez até cúmplices “dessa máquina” leva-nos a desenvolver sentimentos de frustração. Parece que temos de aprender com os mais pequenos que quando se quer alguma coisa tenta-se…e volta-se a tentar.

  • Outros conceitos relacionados:

- Ciberavestruzes: os educadores não olham de uma forma aberta para as mudanças que as tecnologias podem trazer, só conseguem imaginar essa em contexto do sistema seguindo o currículo predeterminado e planificado;

- Câmaras e culturas: a utilização das novas tecnologias permite ajudar “nas velhas formas de fazer as coisas”, no entanto não se pode restringir a isso. (Exemplo da História do cinema – pág 52, 1º e 2º parágrafo)

- Literacia e fluência: é importante ter presente que existe uma grande diferença entre ter um conhecimento sobre uma determinada coisa e ser fluente nela, a fluência vem com a utilização. Não significa que as pessoas que são fluentes num determinado assunto não errem, no entanto acho que as torna muito mais autónomas na resolução de problemas (como comento no último parágrafo referente ás três aprendizagens).

- Tecnologias transparente e opacas: com a evolução cada vez mais as tecnologias que nos rodeiam se tornaram opacas, onde a maior parte das vezes não conseguimos compreender a forma como funcionam. (Exemplo do carro – pág 57, 2º paragrafo)

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Reflexão sobre o 1º Capítulo


Após uma leitura reflexiva do primeiro capítulo do livro “A família em rede” de Seymour Papert pude retirar algumas ideias que considero fundamentais, tais como, os benefícios e os perigos da Internet, os pais e as tecnologias e a importância da tecnologia na “educação especial”.
Hoje em dia penso que há uma ideia generalizada que as crianças já nascem ensinadas e adaptadas às novas tecnologias, pertencem à geração dos computadores. Esse “companheiro” que muitas vezes é visto como uma janela aberta ao mundo, ao conhecimento, à diversão, à pesquisa e à aprendizagem. No entanto, não é só essa a sua faceta pois pode também ser um acesso a más companhias, a conteúdos indesejados e o responsável pelo isolamento das crianças face ao mundo e às pessoas que as rodeiam.
Para que estes perigos sejam evitados, ou pelo menos controlados, eu penso que é fundamental que haja um acompanhamento dos pais na evolução das aprendizagens tecnológicas das crianças. È importante haver uma compreensão mutua entre pais e filhos e um interesse dos pais em adquirir novas aprendizagens sobre tecnologias. O título do livro, “A família em rede”, ilustra essa ideia, apesar de ser importante deixar que as crianças tornem a sua aprendizagem independente o papel da família não deve ser esquecido.
Embora o autor não dedique muitas páginas e este assunto achei que era relevante referir a importância das tecnologias em crianças que necessitam de educação especial, penso que para este tipo de crianças, se assim se pode dizer, as tecnologias são muito benéficas pois permite-lhes de uma forma autónoma construir a sua trajectória pessoal para atingir as suas aprendizagens.


Palavra-chave (Hipertexto):

- Aprendizagem de estilo familiar;

Aulas de 25 e 28 de Setembro

Nesta semana não tive presente nas aulas, pois estavam a decorrer as praxes onde eu quis participar.
A aula teórica sei que não ocorreu pela fraca presença de alunos.
Na aula prática, em conversa com colegas que estiveram presentes, alertaram-me para a importância de ter o blog actualizado e os aspectos que nele devo ter em conta.

Aulas de 18 e 21 de Setembro

(Na semana anterior só tivemos aula teórica onde se organizaram as turmas, onde nos foram apresentados e esclarecidos os objectivos os projectos e a avaliação da cadeira.)

Na aula prática com a professora Joana organizamos os grupos de trabalho e escolhemos que tipo de programa queríamos desenvolver, o meu grupo escolheu hi5 e my space, embora ainda não saiba bem no que vai consistir o trabalho em concerto, vamos agora a começar a fazer algumas pesquisas sobre os programas para podermos perceber melhor no que consistem.


Na aula teórica abordamos vários tipos de tecnologias educativas e as relações que existem entre as mesmas e as suas características.
O ponto que decidi pesquisar e desenvolver foi o ensino programado de Skinner e os ser princípios estruturantes.





Skinner baseou as duas teorias na análise de condutas observáveis (Behaviorismo), assim restringindo o seu estudo ao comportamento a um conjunto de reacções desencadeadas por estímulos externos.

Os seus princípios:

- O comportamento que é positivamente reforçado vai acontecer novamente;

- As informações devem ser apresentadas em pequenas quantidades, para que as respostas sejam reforçadas ("moldagem");

- Reforços vão generalizar, lado a lado, estímulos similares (generalização de estímulo) produzindo condicionamento secundário;


Maquina de ensinar ---> Ensino programado

Palavras-chave:
- Condicionamento operante
- Reforço
- Ensino programado

Regresso às aulas :P





As férias já lá vão e espera-nos mais um ano de trabalho. Espero que este ano a cadeira seja
tanto ao mais interessante que o ano passado, pois gostei muito do projecto que desenvolvemos, a aplicação. Não fazia ideia do tudo o que o processo envolvia e dos programas que utilizamos na sua construção. Acho que foi importante para a minha aprendizagem…
Com assiduidade vou procurar postar no meu blog as minhas reflexões sobre as aulas (projectos que vamos desenvolver e conteúdos) e também farei comentários sobre a leitura dos capítulos do livro “A família em rede” de Seymour Papert.

sábado, 16 de junho de 2007

Aulas de 6 e 8 de Junho

Nesta recta final, as aulas de Tecnologias destinam-se ao esclarecimento de dúvidas e à conclusão das aplicações.

Aulas de 30 Maio e 1 de Junho

Nesta semana não tivemos aulas de Tecnologias, na aula prática foi feriado e a aula teórica foi substituída por uma Conferência com o Professor José Luis Rodriguez, da Universidade de Barcelona.
Mesmo não havendo aula prática eu e as minhas colegas aproveitamos para trabalhar na nossa aplicação.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Aulas de 23 e 25 de Maio

Na aula prática acabamos os últimos pontos de decisão da estrutura da nossa aplicação e passamos à parte estética da nossa aplicação que ainda temos de desenvolver.
A aula teórica foi dada na sala dos computadores onde, em grupo, observamos aplicações e jogos. Que tendo em conta as aprendizagens sobre a avaliação de software com fins educativos realizamos uma pequena avaliação.

Aulas de 16 e 18 de Maio

Na aula prática continuamos a desenvolver a nossa aplicação. Reforçando os conhecimentos já adquiridos.
Apesar de não ter estado presente na aula teórica desta semana, perguntei ás minhas colegas que temas foram abordados na aula.
Através dos seus apontamentos percebi que a aula tinha sido um seguimento da anterior, aprofundando os critérios que constituem as grelhas de avaliação e que permitem uma avaliação mais correcta do software.
Alguns dos critérios das grelhas de avaliação são:

- Conteúdo;
- Funcionalidade;
- Interface gráfica;
- Requisitos técnicos
- Usabilidade;

sábado, 19 de maio de 2007

Aulas de 09 e 11 de Maio

Na aula prática podemos por em prática a teoria que nos foi dada sobre o Hot Patatoes, como se costuma dizer pusemos a “mão na massa”.
Foi uma aula bastante dinâmica e interessante, na qual juntamente com as minhas colegas começamos a construir um questionário sobre o tema da nossa aplicação “A reciclagem”

Na aula teórica voltamos a abordar o tema da avaliação.

Síntese:

Dimensões – Grelhas de Análise e Avaliação

*Produtos (potencial pedagógico) – não se deve avaliar apenas os produtos, mas também a utilização que se tem dos mesmos

É diferente avaliar os produtos de avaliar a sua utilização

*Avaliar os resultados de aprendizagem para perceber se o software ajudou na aquisição de novas aprendizagens.

Assim, pode se perceber que é bastante importante que haja uma análise e uma avaliação de um projecto. Deve haver uma descrição do produto e uma valorização de forma a perceber se o software é eficaz em determinadas situações.

Plano valorativo
Questões --> Critérios --> Indicadores

Aula de 02 e 04 de Maio

Na aula prática realizamos essencialmente pesquisa, na qual surgiram ideias que resolvemos utilizar na nossa aplicação.
Como ainda não temos muita facilidade e experiência na utilização do programa Quandary, primeiro estamos a realizar um esboço no papel e assim será mais fácil depois passar para o programa.
Estou a ter bastante gosto na realização deste trabalho, nunca tinha feito nada deste género e não fazia a mínima ideia de todos os processos que a elaboração de uma aplicação envolvia.


Para os meus colegas deixo este site brasileiro que é bastante engraçado e onde se podem encontrar imagens muito giras para se utilizar nas aplicações.

www.canalkids.com.br

A aula teórica foi dada pela Joana Viana, uma licenciada no nosso curso.
Falamos da avaliação e dos conceitos com elas relacionados. Introduzimos também a teoria do programa Hot Patatoes para por em prática com a ajuda da licenciada Joana.

sábado, 28 de abril de 2007

Aula 27de Abril

Nesta aula começamos por estabelecer uma ligação entre alguns conceitos:

Multimédia * Hipermédia * Hipertexto

Através das características atribuídas a cada um dois conceitos (Multimédia e Hipermédia) foi possível perceber quais as principais diferenças que existem entre estas.

Multimédia:
- Sequência linear
- Utiliza os meios convencionais
- Representação multidimensional da informação

Hipermédia:
- Estrutura em rede
- Semântica
- Forma dinâmica e interactiva de acesso à informação

Isto é, a apresentação multimédia esta direccionada ao apoia à transmissão, ou seja procura facilitar a transmissão de conhecimento por parte do professor. Já a apresentação hipermédia está direccionada ao utilizador, permitindo assim uma aprendizagem auto-regulada.

Falamos também da mediatização que corresponde ao Guião de autor (story-board – conjunto de interfaces). A essas interfaces devem ser aplicadas várias regras a vários níveis:
-Orientações para a produção de texto;
-Orientações linguísticas;
-Orientações de carácter visual;
-Orientações respeitantes à utilização;

Tradução (2) Simplicity:

- Substituir as tarefas complexas por simples;
- Dividir sequências longas em pequenos passos;
- Facilitar as tarefas utilizando icons e palavras;
- Utilizar icons e objectos que sejam familiares ao utilizador;

Aulas de 18 e 20 de Abril

Apesar de não ter estado presente nesta aula, através dos apontamentos que tirei com colegas, pude percebe quais os assuntos de maior destaque na aula.
O professor começou por falar da Comunicação em Educação, fez a distinção entre informação e conhecimento.
Citou o Mayer e a sua obra “Aprendizagem multimédia”, como não participei nessa aula fiz uma pequena pesquisa para perceber qual o contributo de Mayer. Não foi fácil encontrar informação, no entanto retirei este excerto de uma publicação online que acho que explica de uma forma clara a perspectiva deste autor.

“Mayer (2001) também considera o termo multimédia muito abrangente
e perspectiva-o segundo três pontos de vista: (a) os meios, no sentido de
aparelhos , utilizados para apresentar a mensagem, de que são exemplo o
écran do computador, gravadores de vídeo e de áudio, projectores; (b) os
modos de apresentação, isto é, os formatos utilizados para apresentar a
mensagem: texto, imagens, animações, som e (c) os sentidos implicados na
recepção da mensagem, isto é, o receptor tem que ter dois ou mais sentidos
envolvidos na descodificação da mensagem” (Revista Portuguesa de Educação, 2002, 15(1), pp. 245-268)

Foram também referidos os 7 princípios:

1-Multimédia
2-Contiguidade espacial – os alunos tem uma maior facilidade de aprender se as palavras e as imagens estiverem próxima;
3-Contiguidade temporal – é mais fácil a aprendizagem se as imagens forem apresentadas em simultâneo com a informação verbal;
4-Coerência – os alunos aprendem melhor se existir uma relação entre as imagens, a informação verbal e as palavras, quanto mais forte for essa ligação mais coerência existirá;
5-Modalidade – os alunos aprendem melhor quando associado à imagem está um suporte áudio do que ao de texto. Isto também se verifica ao nível da imagem, fixa e animada;
6-Redundância – a aprendizagem é facilitada quando a narração e a animação são em conjunto;
7- Diferenças individuais;

Estes sete princípios anteriormente mencionados, terão de ser tidos em conta nas aplicações que estamos a realizar, dai a importância de termos um conhecimento claro dos mesmos.

Aulas de 21 e 23 de Março

Nesta aula podemos perceber como é que vai ser a estrutura da nossa aplicação e como é que a vamos construir. Para isso ouvimos a explicação do professor acerca da forma como se trabalha o programa Quandary (Pontos de decisão). Não é um programa muito simples, muito menos para quem nunca trabalhou com ele, dai ser mais fácil realizar primeiro um esquema no papel e depois então passar para o Quandary. Se tivesse de escolher palavras-chave de acordo com a explicação dava sobre o funcionamento deste programa seriam:
Situação
Perguntas
Alternativas de resposta
Pois, tudo gira em torno destes “conceitos”.

Na aula Teórica dada pela professora, após uma exposição teórica sobre Ensino, Aprendizagem e as perspectivas com eles relacionadas, tivemos de realizar um exercício. Onde simulamos a planificação de uma aula ao nosso gosto, e à qual deveríamos fazer corresponder uma ou mais das perspectivas pela professora apresentadas.

Perspectivas: Processamento de informação
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_cognitiva
Construtivista
http://pt.wikipedia.org/wiki/Construtivismo_%28pedagogia%29
Behaviorista
http://pt.wikipedia.org/wiki/Behaviorismo

Após a realização do exercício foi-me mais fácil perceber na prática as implicações que estas teorias podem ter nos currículos e no ensino em si.

Aulas de 14 e 16 de Março

Esta aula foi uma aula prática foi um pouco diferente e bastante interessante. Cada grupo apresentou a sua ideia acerca da aplicação que ia desenvolver, surgiram ideias muito engraçadas e úteis.Eu as minhas colegas também apresentamos a nossa “Brincar reciclando”, depois de pensarmos um pouco no assunto achamos que a reciclagem seria um tema bastante importante e acima de tudo muito actual. Acho que a apresentação até correu bem e podemos aproveitar algumas das nossas ideias.
Foi também nessa aula que trabalhei com o programa Power Point para fazer uma apresentação mais rica.

Na aula teórica falamos das Fases do processo de desenho das aplicações multimédia. Este processo é constituído por 4 fases que estão apresentadas, de uma forma sucinta, no esquema seguinte:

Esta aula foi uma aula prática foi um pouco diferente e bastante interessante. Cada grupo apresentou a sua ideia acerca da aplicação que ia desenvolver, surgiram ideias muito engraçadas e úteis.Eu as minhas colegas também apresentamos a nossa “Brincar reciclando”, depois de pensarmos um pouco no assunto achamos que a reciclagem seria um tema bastante importante e acima de tudo muito actual. Acho que a apresentação até correu bem e podemos aproveitar algumas das nossas ideias.
Foi também nessa aula que trabalhei com o programa Power Point para fazer uma apresentação mais rica.

Na aula teórica falamos das Fases do processo de desenho das aplicações multimédia. Este processo é constituído por 4 fases que estão apresentadas, de uma forma sucinta, no esquema seguinte:

1ª – Concepção - Ideia Inicial
- Síntese detalhada (Especificação)
- Argumento

2ª – Realização -Guião de autor

Ante-projecto


(Protótipo – Amostra do produto final)


3ª – Validação/Testagem - Testagem do ponto de vista técnico e pedagógico


Processo final – Utilização
4ª – Difusão

terça-feira, 13 de março de 2007


Na última aula de Tecnologias Educativas (9 de Março) entre todos os conteúdos que foram abordados, houve um que me despertou mais interesse e curiosidade.
Segundo a Linha do Tempo elaborada nessa mesma aula, na década de 80 e 90 surgiu uma oposição, as tecnologias analógicas e as digitais. Eu desconhecia o que distingue estes dois tipos de tecnologias, tinha uma noção dessa diferença mas baseada no senso comum.
Agora já percebi que a principal diferença consiste no seu modo de funcionamento. Em que as tecnologias digitais funcionam através de um sistema binário 0 e 1 (como o professor exemplificou) e as tecnologias analógicas, de acordo com a nossa sociedade funcionam segundo um sistema decimal. Embora se completem.


Pesquisa sobre Seymour Papert

Palavras Chave: - Matemática - Inteligência artificial
- Construcionismo/Construtivismo
- Adaptação

http://pt.wikipedia.org/wiki/Seymour_Papert


Andreia

domingo, 11 de março de 2007

Olá!!!
Após a realização do questionário o resultado que obti foi 26.
Com base na linha do tempo que construímos na aula, fiz uma pequena pesquisa sobre Pressey, uma personagem marcante no primeiro periodo,"Periodo de formação" (1923-1931). Não encontrei muita informação sobre Pressey e os sites que me pareceram mais uteis e interessantes estão escritos em inglês, incluindo aquele que deixo aqui o link. Apesar de inglês nunca ter sido "o meu forte". :S

Pressey
http://www.coe.uh.edu/courses/cuin6373/idhistory/pressey.html

Por curiosidade, enquanto realizava a perquisa sobre Pressey, procurei uma definição de Tecnologia na enciclopédia e encontrei estas três:

1- Estudo do aparelhos, máquinas ou tecnica utilizadas na industria;
2-Conjunto de saberes e práticas, fundadas em princípios científicos, num dominio técnico;
3-Teoria geral das técnicas;

Na minha opinião a definição que mais caracteriza a tecnologia associada à disciplina é a definição 2.



Andreia

Olá!!!

Olá!!! Eu sou a Andreia Rodriguez, aluna do primeiro ano de Ciências da Educação.
Na nova disciplina "Tecnologias Educativas", que numa primeira impressão me parece ser uma disciplina bastante pratica e dinâmica, foi-me sugerido pelo professor que cria-se um blog.
Após várias tentativas e com a ajuda de colegas que me alertaram que era necessário abrir uma conta no google para puder criar o meu blog, finalmente consegui!
Este blog é o local onde procuro "postar" com frequência, reflectindo as aprendizagens que realizei durante as aulas e deixando ao dispor dos meus colegas as pesquisas que vou realizando.



Andreia