Após a leitura do 3ºcapitulo retirei dois aspectos que considerei importantes e que podem ser consequência um do outro, que são a escolha do software e a criança como “máquinas de resposta”.
Tal como o autor, acho que hoje em dia quando procuramos um software educativo para dar a alguma criança muitas vezes somos invadidos e influenciados pelas campanhas da comunicação social deixando de parte a componente educativa e a boa aprendizagem que uma criança deve encontrar nesse software.
Com o trabalho do ano passado deu para construir uma ideia sobre todos os processos que estão por detrás de um software educativo, todos os aspectos que se deve ter em conta e a forma como são articulados, não bastas colocar apenas umas figuras animadas para divertir a criança.
Por vezes, uma escolha errada referente ao software pode tornar a criança numa “máquina de respostas” (nunca tinha pensado isto assim, mas faz sentido) que se limita apenas a responder e a esperar para ver se está certo ou errado, por vezes sem saber porquê. Deixando de parte estimulo à autonomia da criança, a capacidade de imaginação e também a sua criatividade.
De acordo com esta ordem de ideias, penso que faz sentido referir uma questão colocada por Papert “Será a criança a comandar a máquina, ou a maquina a comandar a criança?”
Tal como o autor, acho que hoje em dia quando procuramos um software educativo para dar a alguma criança muitas vezes somos invadidos e influenciados pelas campanhas da comunicação social deixando de parte a componente educativa e a boa aprendizagem que uma criança deve encontrar nesse software.
Com o trabalho do ano passado deu para construir uma ideia sobre todos os processos que estão por detrás de um software educativo, todos os aspectos que se deve ter em conta e a forma como são articulados, não bastas colocar apenas umas figuras animadas para divertir a criança.
Por vezes, uma escolha errada referente ao software pode tornar a criança numa “máquina de respostas” (nunca tinha pensado isto assim, mas faz sentido) que se limita apenas a responder e a esperar para ver se está certo ou errado, por vezes sem saber porquê. Deixando de parte estimulo à autonomia da criança, a capacidade de imaginação e também a sua criatividade.
De acordo com esta ordem de ideias, penso que faz sentido referir uma questão colocada por Papert “Será a criança a comandar a máquina, ou a maquina a comandar a criança?”
Andreia

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