Na aula prática começamos a organizar a informação que obtivemos nas nossas pesquisas, numa tabela dada pela professora, sobre o myspace e o hi5. Acho que agora começo a perceber a vertente educativa que pode estar presente nestas ferramentas, se forem utilizadas correctamente. Podem promover a partilha, a comunicação, a divulgação de conhecimentos, de projectos, sendo ao mesmo tempo uma ferramenta alusiva e dinâmica. No caso do hi5 descobrimos uma função que achei bastante curiosa e que não fazia a mínima ideia de que o hi5 tem. Consiste num espaço onde as pessoas podem fazer parte de um grupo do hi5 e procurar trabalho nas diferentes áreas que são especificadas.
No entanto numa primeira abordagem o myspace parece-me ser mais “completo” no sentido em que permite uma maior interacção social a nível internacional num vasto conjunto de áreas, como por exemplo fóruns, vídeos, blogs, música, e uma pagina de classificados, algumas ferramentas que no hi5 não existem.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
Aulas de 9 e 12 de Outubro
Nesta aula teórica pude compreender melhor o efeito que as novas tecnologias tem no ensino, segundo três perspectivas diferentes.
De acordo com a primeira a perspectiva, a perspectiva optimista acredita-se que com a aplicação das novas tecnologias se pode modificar o ensino actual. Segundo a perspectiva pessimista, acredita-se que as novas tecnologias não influenciam em nada o desenvolvimento e a modificação do ensino actual. Por fim na última perspectiva, a perspectiva realista, que foi acrescentada pela Professora Guilhermina, acredita-se que as novas tecnologias podem ter alguma influência sobre o ensino, no entanto devido ás limitações que existem ao nível das instituições, professores e até dos próprios alunos por vezes essa influência não é muito significativa.
Na aula abordamos também da aprendizagem significativa e as suas características:
Comulativa;
Construtiva;
Auto-regulada;
Orientada para objectivos;
Transferível;
Contextualizada;
Colaborativa.
Na aula prática iniciamos uma pesquisa mais aprofundada sobre as duas ferramentas que vamos trabalhar o myspace e o hi5.
Inicialmente deparamo-nos com algumas dificuldades em encontrar informação que se referi-se à vertente educativa destas ferramentas, até porque nós próprias não fazíamos ideia que fins educativos podem ter estas duas ferramentas. No entanto, com a ajuda da professora, que nos indicou algumas formas de pesquisa, podemos encontrar bastante informação para o nosso projecto.
De acordo com a primeira a perspectiva, a perspectiva optimista acredita-se que com a aplicação das novas tecnologias se pode modificar o ensino actual. Segundo a perspectiva pessimista, acredita-se que as novas tecnologias não influenciam em nada o desenvolvimento e a modificação do ensino actual. Por fim na última perspectiva, a perspectiva realista, que foi acrescentada pela Professora Guilhermina, acredita-se que as novas tecnologias podem ter alguma influência sobre o ensino, no entanto devido ás limitações que existem ao nível das instituições, professores e até dos próprios alunos por vezes essa influência não é muito significativa.
Na aula abordamos também da aprendizagem significativa e as suas características:
Comulativa;
Construtiva;
Auto-regulada;
Orientada para objectivos;
Transferível;
Contextualizada;
Colaborativa.
Na aula prática iniciamos uma pesquisa mais aprofundada sobre as duas ferramentas que vamos trabalhar o myspace e o hi5.
Inicialmente deparamo-nos com algumas dificuldades em encontrar informação que se referi-se à vertente educativa destas ferramentas, até porque nós próprias não fazíamos ideia que fins educativos podem ter estas duas ferramentas. No entanto, com a ajuda da professora, que nos indicou algumas formas de pesquisa, podemos encontrar bastante informação para o nosso projecto.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Reflexão sobre o 2º Capítulo

Após a leitura deste segundo capítulo, considero importante começar por referir as duas perspectivas apresentadas inicialmente pelo autor os Ciberutópicos e os Cibercríticos, onde uns elogiam os milagres digitais, outros consideram-nos como perigos terríveis, respectivamente. Talvez a posição mais correcta, se assim se pode dizer, seja um meio-termo entre estas duas perspectivas. Como se refere no primeiro capítulo relativamente ás diferentes facetas do computador.
No entanto o autor deixa um pouco para trás a ideia de saber como é que os computadores podem mudar/transformar a sociedade, focando-se na aprendizagem como o problema de mais importância que a sociedade tem para enfrentar. Para mim esta ideia faz todo o sentido, pois acho que não é apenas o facto das pessoas saberem manusear um computador que as leva à resolução de problemas. É essencial que as pessoas desenvolvam uma outra forma melhor de aprender, pensar e aplicar com o apoio da utilização do computador. Um exemplo que ilustra essa ideia está referido no texto, existem e são fabricados milhões de automóveis e só mais tarde é que nos preocupamos em tentar remediar todos os prejuízos que estes provocam ao nível ambiental. O caso dos telemóveis que tem imensas funcionalidades e nos permitem estar sempre contactáveis mas por outro lado há investigações que dizem que as ondas que emitem podem provocar danos cerebrais, e cada vez mais se vê crianças de 8/9 anos com telemóvel. Serão as tecnologias digitais benéficas para a nossa vida? Penso que a resposta a esta questão está na seguinte citação: “A minha mensagem é de que depende de si, muito mais do que aquilo que aquilo que poderá pensar, o delinear do seu futuro e dos seus filhos, no que diz respeito ao computador” (Papert, 1997).
Voltando à questão da aprendizagem, Papert refere três aprendizagens que considero engraçadas nos seus conteúdos e interessantes pela forma como reflectem cumplicidade que existe entre as crianças e o computador não só ao nível da sua utilização mas também na forma como o manuseiam para obterem as informação que desejam de uma forma “despachada” e sem qualquer embaraço. Por vezes, o facto de não sermos tão pertinentes a talvez até cúmplices “dessa máquina” leva-nos a desenvolver sentimentos de frustração. Parece que temos de aprender com os mais pequenos que quando se quer alguma coisa tenta-se…e volta-se a tentar.
No entanto o autor deixa um pouco para trás a ideia de saber como é que os computadores podem mudar/transformar a sociedade, focando-se na aprendizagem como o problema de mais importância que a sociedade tem para enfrentar. Para mim esta ideia faz todo o sentido, pois acho que não é apenas o facto das pessoas saberem manusear um computador que as leva à resolução de problemas. É essencial que as pessoas desenvolvam uma outra forma melhor de aprender, pensar e aplicar com o apoio da utilização do computador. Um exemplo que ilustra essa ideia está referido no texto, existem e são fabricados milhões de automóveis e só mais tarde é que nos preocupamos em tentar remediar todos os prejuízos que estes provocam ao nível ambiental. O caso dos telemóveis que tem imensas funcionalidades e nos permitem estar sempre contactáveis mas por outro lado há investigações que dizem que as ondas que emitem podem provocar danos cerebrais, e cada vez mais se vê crianças de 8/9 anos com telemóvel. Serão as tecnologias digitais benéficas para a nossa vida? Penso que a resposta a esta questão está na seguinte citação: “A minha mensagem é de que depende de si, muito mais do que aquilo que aquilo que poderá pensar, o delinear do seu futuro e dos seus filhos, no que diz respeito ao computador” (Papert, 1997).
Voltando à questão da aprendizagem, Papert refere três aprendizagens que considero engraçadas nos seus conteúdos e interessantes pela forma como reflectem cumplicidade que existe entre as crianças e o computador não só ao nível da sua utilização mas também na forma como o manuseiam para obterem as informação que desejam de uma forma “despachada” e sem qualquer embaraço. Por vezes, o facto de não sermos tão pertinentes a talvez até cúmplices “dessa máquina” leva-nos a desenvolver sentimentos de frustração. Parece que temos de aprender com os mais pequenos que quando se quer alguma coisa tenta-se…e volta-se a tentar.
- Outros conceitos relacionados:
- Ciberavestruzes: os educadores não olham de uma forma aberta para as mudanças que as tecnologias podem trazer, só conseguem imaginar essa em contexto do sistema seguindo o currículo predeterminado e planificado;
- Câmaras e culturas: a utilização das novas tecnologias permite ajudar “nas velhas formas de fazer as coisas”, no entanto não se pode restringir a isso. (Exemplo da História do cinema – pág 52, 1º e 2º parágrafo)
- Literacia e fluência: é importante ter presente que existe uma grande diferença entre ter um conhecimento sobre uma determinada coisa e ser fluente nela, a fluência vem com a utilização. Não significa que as pessoas que são fluentes num determinado assunto não errem, no entanto acho que as torna muito mais autónomas na resolução de problemas (como comento no último parágrafo referente ás três aprendizagens).
- Tecnologias transparente e opacas: com a evolução cada vez mais as tecnologias que nos rodeiam se tornaram opacas, onde a maior parte das vezes não conseguimos compreender a forma como funcionam. (Exemplo do carro – pág 57, 2º paragrafo)
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Reflexão sobre o 1º Capítulo

Após uma leitura reflexiva do primeiro capítulo do livro “A família em rede” de Seymour Papert pude retirar algumas ideias que considero fundamentais, tais como, os benefícios e os perigos da Internet, os pais e as tecnologias e a importância da tecnologia na “educação especial”.
Hoje em dia penso que há uma ideia generalizada que as crianças já nascem ensinadas e adaptadas às novas tecnologias, pertencem à geração dos computadores. Esse “companheiro” que muitas vezes é visto como uma janela aberta ao mundo, ao conhecimento, à diversão, à pesquisa e à aprendizagem. No entanto, não é só essa a sua faceta pois pode também ser um acesso a más companhias, a conteúdos indesejados e o responsável pelo isolamento das crianças face ao mundo e às pessoas que as rodeiam.
Para que estes perigos sejam evitados, ou pelo menos controlados, eu penso que é fundamental que haja um acompanhamento dos pais na evolução das aprendizagens tecnológicas das crianças. È importante haver uma compreensão mutua entre pais e filhos e um interesse dos pais em adquirir novas aprendizagens sobre tecnologias. O título do livro, “A família em rede”, ilustra essa ideia, apesar de ser importante deixar que as crianças tornem a sua aprendizagem independente o papel da família não deve ser esquecido.
Embora o autor não dedique muitas páginas e este assunto achei que era relevante referir a importância das tecnologias em crianças que necessitam de educação especial, penso que para este tipo de crianças, se assim se pode dizer, as tecnologias são muito benéficas pois permite-lhes de uma forma autónoma construir a sua trajectória pessoal para atingir as suas aprendizagens.
Palavra-chave (Hipertexto):
- Aprendizagem de estilo familiar;
Hoje em dia penso que há uma ideia generalizada que as crianças já nascem ensinadas e adaptadas às novas tecnologias, pertencem à geração dos computadores. Esse “companheiro” que muitas vezes é visto como uma janela aberta ao mundo, ao conhecimento, à diversão, à pesquisa e à aprendizagem. No entanto, não é só essa a sua faceta pois pode também ser um acesso a más companhias, a conteúdos indesejados e o responsável pelo isolamento das crianças face ao mundo e às pessoas que as rodeiam.
Para que estes perigos sejam evitados, ou pelo menos controlados, eu penso que é fundamental que haja um acompanhamento dos pais na evolução das aprendizagens tecnológicas das crianças. È importante haver uma compreensão mutua entre pais e filhos e um interesse dos pais em adquirir novas aprendizagens sobre tecnologias. O título do livro, “A família em rede”, ilustra essa ideia, apesar de ser importante deixar que as crianças tornem a sua aprendizagem independente o papel da família não deve ser esquecido.
Embora o autor não dedique muitas páginas e este assunto achei que era relevante referir a importância das tecnologias em crianças que necessitam de educação especial, penso que para este tipo de crianças, se assim se pode dizer, as tecnologias são muito benéficas pois permite-lhes de uma forma autónoma construir a sua trajectória pessoal para atingir as suas aprendizagens.
Palavra-chave (Hipertexto):
- Aprendizagem de estilo familiar;
Aulas de 25 e 28 de Setembro
Nesta semana não tive presente nas aulas, pois estavam a decorrer as praxes onde eu quis participar.
A aula teórica sei que não ocorreu pela fraca presença de alunos.
Na aula prática, em conversa com colegas que estiveram presentes, alertaram-me para a importância de ter o blog actualizado e os aspectos que nele devo ter em conta.
A aula teórica sei que não ocorreu pela fraca presença de alunos.
Na aula prática, em conversa com colegas que estiveram presentes, alertaram-me para a importância de ter o blog actualizado e os aspectos que nele devo ter em conta.
Aulas de 18 e 21 de Setembro
(Na semana anterior só tivemos aula teórica onde se organizaram as turmas, onde nos foram apresentados e esclarecidos os objectivos os projectos e a avaliação da cadeira.)
Na aula prática com a professora Joana organizamos os grupos de trabalho e escolhemos que tipo de programa queríamos desenvolver, o meu grupo escolheu hi5 e my space, embora ainda não saiba bem no que vai consistir o trabalho em concerto, vamos agora a começar a fazer algumas pesquisas sobre os programas para podermos perceber melhor no que consistem.
Na aula teórica abordamos vários tipos de tecnologias educativas e as relações que existem entre as mesmas e as suas características.
O ponto que decidi pesquisar e desenvolver foi o ensino programado de Skinner e os ser princípios estruturantes.

Skinner baseou as duas teorias na análise de condutas observáveis (Behaviorismo), assim restringindo o seu estudo ao comportamento a um conjunto de reacções desencadeadas por estímulos externos.
Os seus princípios:
- O comportamento que é positivamente reforçado vai acontecer novamente;
- As informações devem ser apresentadas em pequenas quantidades, para que as respostas sejam reforçadas ("moldagem");
- Reforços vão generalizar, lado a lado, estímulos similares (generalização de estímulo) produzindo condicionamento secundário;
Maquina de ensinar ---> Ensino programado
Palavras-chave:
- Condicionamento operante
- Reforço
- Ensino programado
Na aula prática com a professora Joana organizamos os grupos de trabalho e escolhemos que tipo de programa queríamos desenvolver, o meu grupo escolheu hi5 e my space, embora ainda não saiba bem no que vai consistir o trabalho em concerto, vamos agora a começar a fazer algumas pesquisas sobre os programas para podermos perceber melhor no que consistem.
Na aula teórica abordamos vários tipos de tecnologias educativas e as relações que existem entre as mesmas e as suas características.
O ponto que decidi pesquisar e desenvolver foi o ensino programado de Skinner e os ser princípios estruturantes.

Skinner baseou as duas teorias na análise de condutas observáveis (Behaviorismo), assim restringindo o seu estudo ao comportamento a um conjunto de reacções desencadeadas por estímulos externos.
Os seus princípios:
- O comportamento que é positivamente reforçado vai acontecer novamente;
- As informações devem ser apresentadas em pequenas quantidades, para que as respostas sejam reforçadas ("moldagem");
- Reforços vão generalizar, lado a lado, estímulos similares (generalização de estímulo) produzindo condicionamento secundário;
Maquina de ensinar ---> Ensino programado
Palavras-chave:
- Condicionamento operante
- Reforço
- Ensino programado
Regresso às aulas :P

As férias já lá vão e espera-nos mais um ano de trabalho. Espero que este ano a cadeira seja
tanto ao mais interessante que o ano passado, pois gostei muito do projecto que desenvolvemos, a aplicação. Não fazia ideia do tudo o que o processo envolvia e dos programas que utilizamos na sua construção. Acho que foi importante para a minha aprendizagem…
Com assiduidade vou procurar postar no meu blog as minhas reflexões sobre as aulas (projectos que vamos desenvolver e conteúdos) e também farei comentários sobre a leitura dos capítulos do livro “A família em rede” de Seymour Papert.
tanto ao mais interessante que o ano passado, pois gostei muito do projecto que desenvolvemos, a aplicação. Não fazia ideia do tudo o que o processo envolvia e dos programas que utilizamos na sua construção. Acho que foi importante para a minha aprendizagem…
Com assiduidade vou procurar postar no meu blog as minhas reflexões sobre as aulas (projectos que vamos desenvolver e conteúdos) e também farei comentários sobre a leitura dos capítulos do livro “A família em rede” de Seymour Papert.
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