Agora que estamos na recta final da elaboração do nosso relatório existem, na minha opinião, dois aspectos que deferienciam as ferramentas sobre as quais estamos a trabalhar o Hi5 e o Myspace. No caso do Hi5 acho que a principal função é a criação de comunidades e redes relacionais, que criam novos amigos, aproximam os velhos, reencontram familiares e grupos através de gostos e idedais comuns. O Myspace, no meu ponto de vista, é mais uma ferramenta de divulgação (por exemplo de bandas) onde há um insentivo à discussão e partilha de opiniões através dos foruns e chats.
Hi5 no segundo lugar do top de pesquisas da Internet (Jornal de Notícias)
http://jn.sapo.pt/2007/05/23/ultimas/Youtube_HI5_e_Gmail_no_top_das_.html
domingo, 4 de novembro de 2007
Uma vantagem das novas tecnologias...
Nesta aula a professora Guilhermina falou-nos sobre o ensino à distância - E-learning.
Apesar do conceito me ser familiar, não fazia ideia dos processos e estruturas que envolvem uma plataforma de e-learning, se assim se pode dizer. Percebi que este tipo de ensino é essencialmente centrado no aluno e que exige do professor uma grande planificação e uma organização, para assim permitir a automonia do estudante, a clarificação dos objectivos que devem ser atingidos pelos alunos, a avaliação das características dos estudantes e também informar, ajudar e dar feedback ao seu trabalho.
A professora comprou este tipo de ensino a uma "caixa de vidro", ou seja, todos podem ter acesso/consultar a informação que está na plataforma em contrapartida, as aulas presenciais seriam uma caixa negra onde a informação só está acessivel a quem nelas está presente. Achei estra comparação bastante interessante para perceber estas duas perspectivas de ensino.
Um exemplo de uma plataforma de e-learning
http://escolas.uevora.pt/cfalborvil/
Apesar do conceito me ser familiar, não fazia ideia dos processos e estruturas que envolvem uma plataforma de e-learning, se assim se pode dizer. Percebi que este tipo de ensino é essencialmente centrado no aluno e que exige do professor uma grande planificação e uma organização, para assim permitir a automonia do estudante, a clarificação dos objectivos que devem ser atingidos pelos alunos, a avaliação das características dos estudantes e também informar, ajudar e dar feedback ao seu trabalho.
A professora comprou este tipo de ensino a uma "caixa de vidro", ou seja, todos podem ter acesso/consultar a informação que está na plataforma em contrapartida, as aulas presenciais seriam uma caixa negra onde a informação só está acessivel a quem nelas está presente. Achei estra comparação bastante interessante para perceber estas duas perspectivas de ensino.
Um exemplo de uma plataforma de e-learning
http://escolas.uevora.pt/cfalborvil/
Reflexão sobre o 3º Capítulo
Após a leitura do 3ºcapitulo retirei dois aspectos que considerei importantes e que podem ser consequência um do outro, que são a escolha do software e a criança como “máquinas de resposta”.
Tal como o autor, acho que hoje em dia quando procuramos um software educativo para dar a alguma criança muitas vezes somos invadidos e influenciados pelas campanhas da comunicação social deixando de parte a componente educativa e a boa aprendizagem que uma criança deve encontrar nesse software.
Com o trabalho do ano passado deu para construir uma ideia sobre todos os processos que estão por detrás de um software educativo, todos os aspectos que se deve ter em conta e a forma como são articulados, não bastas colocar apenas umas figuras animadas para divertir a criança.
Por vezes, uma escolha errada referente ao software pode tornar a criança numa “máquina de respostas” (nunca tinha pensado isto assim, mas faz sentido) que se limita apenas a responder e a esperar para ver se está certo ou errado, por vezes sem saber porquê. Deixando de parte estimulo à autonomia da criança, a capacidade de imaginação e também a sua criatividade.
De acordo com esta ordem de ideias, penso que faz sentido referir uma questão colocada por Papert “Será a criança a comandar a máquina, ou a maquina a comandar a criança?”
Tal como o autor, acho que hoje em dia quando procuramos um software educativo para dar a alguma criança muitas vezes somos invadidos e influenciados pelas campanhas da comunicação social deixando de parte a componente educativa e a boa aprendizagem que uma criança deve encontrar nesse software.
Com o trabalho do ano passado deu para construir uma ideia sobre todos os processos que estão por detrás de um software educativo, todos os aspectos que se deve ter em conta e a forma como são articulados, não bastas colocar apenas umas figuras animadas para divertir a criança.
Por vezes, uma escolha errada referente ao software pode tornar a criança numa “máquina de respostas” (nunca tinha pensado isto assim, mas faz sentido) que se limita apenas a responder e a esperar para ver se está certo ou errado, por vezes sem saber porquê. Deixando de parte estimulo à autonomia da criança, a capacidade de imaginação e também a sua criatividade.
De acordo com esta ordem de ideias, penso que faz sentido referir uma questão colocada por Papert “Será a criança a comandar a máquina, ou a maquina a comandar a criança?”
Andreia
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