sábado, 26 de janeiro de 2008

Reflexão sobre o capítulo 6


Confesso que este capítulo foi o de mais difícil leitura para mim, talvez porque não me despertou muito interesse nem foi de fácil compreensão.
A ideia central deste capítulo, que funciona como um minicurso de fluência tecnológica, é de utilização de projectos em contexto familiar seguindo alguns princípios, já que todo o livro gira em torno de uma aprendizagem e um acompanhamento familiar.
Penso que neste capítulo Papert volta a demonstrar com as tecnologias podem ser um acesso fácil ao conhecimento e às novas aprendizagens, tal como refere o autor “as coisas que se podem fazer com um clique”.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Reflexão sobre o 5º Capítulo



Mais uma vez, neste capítulo, Papert alerta para a importância do relacionamento entre pais e filhos na abordagem às novas tecnologias, com o objectivo de constuírem uma "coesão familiar".
Concordo com o autor, acho que é essencial este companheirismo e quem diz com os pais, diz com os avós e outros familiares. Acho importante as gerações mais antigas perceberem que hoje em dia existem outras formas de aprender e também outras formas de ensinar e que o computador, que tantas vezes é considerado como um "desencaminhador", pode ser um grande aliado nestes processos. Acompanhar as crianças ensinado-lhes e aprendendo com elas, reflectindo e criticando em conjunto e sempre respeitando as diferenças, penso que seja a forma mais eficaz para que ambos tiram o melhor partido das tecnologias, neste caso o computador. Pois, irá proporcionar uma aprendizagem motivadora, entusiasta e cuidada, no sentido em que se a criança for acompanhada e possível evitar os malefícios por vezes associados à tecnologia.
Achei interessante um dos subtítulos "Trate os pais com gentileza", acho que este ponto também importante. Apesar de uma criança pode não ter essa noção, acho que no caso de um professor já não é bem assim. Tenho um bom exemplo disso, na cadeira de Seminário estamos numa instituição, no meu caso a Universidade Sénior do Seixal onde existem aulas de informática às quais fomos assistir.
Confesso que fiquei impressionada com a vontade e o entusiasmo daquelas pessoas em aprender a funcinar com um computador e também a "gentileza" com que o Professor lhes transmite os conhecimentos, tendo em conta a forma de aprendizem e os diferentes estilos.
A estes séniores o computador não mete medo, estão prontos para acompanhar os seus netos na descoberta das novas tecnologias!

Macroestrutura

Bem, a realização desta etapa não foi muito fácil, mas penso que foi bem sucedida.
Para adiantar já algum trabalho procuramos começar a elaborar a nossa macroestrutura em casa, mas o nosso "primeiro contacto" com o CMaps Tools não foi o melhor. Optamos então, por fazer uma macroestrutura em Word.
No meu caso, a dificuldade não residia apenas no manuseamento do programa mas também na propria elaboração da macroestrutura, não estava a perceber o que nos era pedido, mas após algumas explicações dadas pela Professora acabamos por fazer a nossa macroestrutura no CMap. Afinal, não é assim tão dificil de manusear e para além disso torna-se muito mais simples, pois é indicado para a representação e organização de esquemas.

Mais uma etapa terminada...mas muito ainda para fazer!