terça-feira, 6 de novembro de 2007

Uma forma engraçada de apresentar o Myspace...



Tendo em conta que são miudos, apesar de dizerem algumas parvoices achei uma forma engraçada e original de apresentar a ferramenta social Myspace.

domingo, 4 de novembro de 2007

Hi5 Vs Myspace

Agora que estamos na recta final da elaboração do nosso relatório existem, na minha opinião, dois aspectos que deferienciam as ferramentas sobre as quais estamos a trabalhar o Hi5 e o Myspace. No caso do Hi5 acho que a principal função é a criação de comunidades e redes relacionais, que criam novos amigos, aproximam os velhos, reencontram familiares e grupos através de gostos e idedais comuns. O Myspace, no meu ponto de vista, é mais uma ferramenta de divulgação (por exemplo de bandas) onde há um insentivo à discussão e partilha de opiniões através dos foruns e chats.


Hi5 no segundo lugar do top de pesquisas da Internet (Jornal de Notícias)


http://jn.sapo.pt/2007/05/23/ultimas/Youtube_HI5_e_Gmail_no_top_das_.html

Uma vantagem das novas tecnologias...

Nesta aula a professora Guilhermina falou-nos sobre o ensino à distância - E-learning.
Apesar do conceito me ser familiar, não fazia ideia dos processos e estruturas que envolvem uma plataforma de e-learning, se assim se pode dizer. Percebi que este tipo de ensino é essencialmente centrado no aluno e que exige do professor uma grande planificação e uma organização, para assim permitir a automonia do estudante, a clarificação dos objectivos que devem ser atingidos pelos alunos, a avaliação das características dos estudantes e também informar, ajudar e dar feedback ao seu trabalho.
A professora comprou este tipo de ensino a uma "caixa de vidro", ou seja, todos podem ter acesso/consultar a informação que está na plataforma em contrapartida, as aulas presenciais seriam uma caixa negra onde a informação só está acessivel a quem nelas está presente. Achei estra comparação bastante interessante para perceber estas duas perspectivas de ensino.



Um exemplo de uma plataforma de e-learning

http://escolas.uevora.pt/cfalborvil/

Reflexão sobre o 3º Capítulo

Após a leitura do 3ºcapitulo retirei dois aspectos que considerei importantes e que podem ser consequência um do outro, que são a escolha do software e a criança como “máquinas de resposta”.
Tal como o autor, acho que hoje em dia quando procuramos um software educativo para dar a alguma criança muitas vezes somos invadidos e influenciados pelas campanhas da comunicação social deixando de parte a componente educativa e a boa aprendizagem que uma criança deve encontrar nesse software.
Com o trabalho do ano passado deu para construir uma ideia sobre todos os processos que estão por detrás de um software educativo, todos os aspectos que se deve ter em conta e a forma como são articulados, não bastas colocar apenas umas figuras animadas para divertir a criança.
Por vezes, uma escolha errada referente ao software pode tornar a criança numa “máquina de respostas” (nunca tinha pensado isto assim, mas faz sentido) que se limita apenas a responder e a esperar para ver se está certo ou errado, por vezes sem saber porquê. Deixando de parte estimulo à autonomia da criança, a capacidade de imaginação e também a sua criatividade.
De acordo com esta ordem de ideias, penso que faz sentido referir uma questão colocada por Papert “Será a criança a comandar a máquina, ou a maquina a comandar a criança?”

Andreia